quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Depois da tampestade





Após um momento de meditação, recolhimento, observação com o coração, em que tudo sossega e a harmonia e lucidez se instalam.
Revela-se mais uma experiência de vida enriquecedora, que entre temporais e calmarias mais me pareceu um castigo, má sorte, infortúnio ou um colapso emocional.
Quando a perspetiva é distante de nós mesmos e isso acontece porque fugimos de nós e perdemo-nos, tudo parece errado. Perdemos a razão, fé e amor-próprio e somos atropelados pelos mais pequenos vendavais e tornados que nos rodeiam.
Procurar a solidão quando nos perdemos é sem dúvida controverso, mas é a forma mais célere de voltarmos ao centro de nós.  Anká Devô

3 comentários:

  1. Muito sensato deixar esta mensagem de alerta ao silêncio porque com ele vem a calma e tudo se simplifica.
    A solidão é essencial, porque só nos vestindo dela, teremos mais lucidez, pois só contamos connosco e com o nosso poder Divino que sempre nos acolhe e tranquiliza...
    a rendição é essencial, para que nos sintamos em Casa e nada por muito "mau" que seja, afectar-nos-á momentâneamente apenas sabendo nós, que as adversidades não terão peso para nos derrubar e sim, elas mesmas perdem a força, quando assim nos entregamos sem "ses" ou "porquês" ou demais dúvidas.
    Sabemo-nos "Bem entregues" e nada mais conta.

    Espavo!

    Mariz

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  2. Grata querida pela tua presença <3 nesta partilha

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  3. Este comentário foi removido pelo autor.

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