Uno em Amor somos a nota mais alta da Harmónica ressoante da vibração que integra e unifica o ser. É nesse estado que se regressa à origem.
É uma caminhada inerte, fora de conceitos, caracterizações e oscilações paradoxais que nos limitam à percepção, mas não à compreensão do tridimensional. A existência estende-se por todo o espectro matricial e ressoante, em que cada vibração produz um estado, forma ou dimensão existencial.
Regressar não é partir para algo é sim integrar, unificar. A consciência é algo de nós que oscila e percepciona cada estado, mais ou menos vibracional, mais ou menos denso.
O UNO, é um núcleo de energia altamente vibrante, como uma
esfera oscilando, que liberta ondas circundantes em volta. Há medida que o
comprimento de onda se propaga e se afasta do núcleo, diminui o seu grau de
vibração. É como um arco-íris, em cada zona do espectro vibracional produz uma
harmónica, uma cor, uma forma. Assim é criada a matriz geométrica de cada
dimensão. Cada uma destas dimensões, está constantemente ligada e sustentada
pelo núcleo que vibra numa permanente hiper-frequência. Esse vibrar é Amor, é a
base que sustenta toda a criação.
Afastamo-nos de nós, criamos limites e barreiras, imposições e nada disso cabe no Amor. E no fundo sabemos isso, mas com grande facilidade e num pequeno estalar de dedos respondemos a impulsos mecânicos, alguma vez tentamos sequer perceber ou percepcionar porquê? Em vez de sentir-nos agarramo-nos a regras de boa conduta. E que nos levam tentas vezes a uma contrariedade ou a uma submissão? Cada vez que isso acontece afastamo-nos da frequência e do núcleo, ficamos densos e limitados na dimensão a que podemos chamar de gaiola condescendente.
Afastamo-nos de nós, criamos limites e barreiras, imposições e nada disso cabe no Amor. E no fundo sabemos isso, mas com grande facilidade e num pequeno estalar de dedos respondemos a impulsos mecânicos, alguma vez tentamos sequer perceber ou percepcionar porquê? Em vez de sentir-nos agarramo-nos a regras de boa conduta. E que nos levam tentas vezes a uma contrariedade ou a uma submissão? Cada vez que isso acontece afastamo-nos da frequência e do núcleo, ficamos densos e limitados na dimensão a que podemos chamar de gaiola condescendente.
Nema Tava Surumi
Anká Devô

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